Arquivo por Tags | "eventos corporativos"

Curso de Produção Técnica, Sustentabilidade e Eventos Corporativos

Tags: , , , , , , ,


Curso de Produção Técnica de Shows e Eventos

Com George Sanguia, módulos de eletricidade, logística, sonorização, iluminação, imagens, palco e cenografia.

Informações e inscrições através do e-mail: cursos@toolseventos.com.br

A economia das mídias sociais e como isso impacta nos negócios

Dia 24 de novembro, com palestrantes internacionais, na Av. Paulista.

Informações e inscrições via fone: (11) 3071-0424

Reunião Plenária da ISO/PC 250 – Gestão da Sustentabilidade de Eventos

De 7 a 10 de novembro, das 08h00 às 17h30, na Escola Municipal de Astrofísica, no Parque de Ibirapuera.

Informações e inscrições: (11) 3672-3468.

Cursos em Dezembro no Instituto Brasileiro de Eventos

O IBEV (Instituto Brasileiro de eventos) está com 3 cursos ainda para este ano: 03 de dezembro Patrocínio de eventos, com a nossa querida Vanessa Martim, Eventos Corporativos Dirigidos ao Marketing de Relacionamento, com Armando Zogbi. Todos acontecendo na sede da UBRAFE, em São Paulo

Informações e inscrições via fone (11) 3672-3468

Atletas Corporativos

Tags: , , , ,


Artigo publicado originalmente no site da consultoria Conceito Lazer.

Meu desafio hoje é comparar o mundo corporativo e o mundo esportivo em suas características específicas e peculiaridades e como podemos trabalhar com estes conceitos para melhorarmos a performance – objetivo almejado por ambos.

Iniciando pelo Esporte.

Temos, além da paixão nutrida tanto por quem participa direta quanto indiretamente, a percepção de que o esporte esta enraizado no cotidiano do ser humano. Seja iniciando de maneira mais amena nas atividades de lazer mais descompromissadas, como nas aulas de Educação Física, ou nas atividades extras que nos engajamos no dia a dia; além do convívio com certas modalidades que são um carimbo em muitas famílias, cidades, clubes, etc.

A intensidade é tanta que certas pessoas tornam-se profissionais (emprego), têm técnico (chefe), adversário (concorrente) e as federações (associações de classe).

Mas como definir este Esporte?

Entre as diversas definições, identifico o esporte como ação de jogo, por parte de um indivíduo que visa interação com algo, alguém ou consigo mesmo. Possibilitando prazer e contando com competição, estratégia e tática, regras definidas e seja envolvente.

No outro lado, temos o mundo corporativo com os profissionais que compõem a estrutura empresarial e deles é exigido que sejam qualificados através da formação, atualização, reciclagem (treino), sejam criativos (craques), equilibrados para segurar a pressão do mercado, prazos, concorrência acirrada (corpo e mente auxiliam nessa homeostase), e sejam assertivos – quer dizer, tenham noção de suas qualidades – e combatentes (garra). Enfim, competitivos dentro das regras do mercado.

Um fato que levantei em minha tese de mestrado é que em todas as definições de esporte, a palavra competição estava presente; na “definição” do mundo corporativo ela também figura com bastante intensidade. Isso torna claro que os dois mundos têm muito em comum.

Mas a competição, não sendo bem trabalhada, pode ser maléfica. Estabelecer uma percepção positiva é fundamental e portanto, dentro de um treinamento para melhoria das pessoas, podemos inserir elementos de um mundo em outro.

Tenho trabalhado mais efetivamente com o mundo corporativo em ações de eventos, principalmente convenções, lançamentos de produtos, workshops e treinamentos utilizando a ferramenta do lazer e de jogos para aflorar, transformar e, porque não, modificar comportamentos individuais e grupais.

Dentre as ferramentes utilizadas, destaco:

Outdoor training:

Como a própria tradução dos termos demonstra, é levar as pessoas a um ambiente externo e expô-las à dinâmicas comportamentais. Dentro disso temos o TEAL, Treinamento Experiencial O ao Ar Livre, onde baseia-se em colocar as pessoas em situações de desafios em ambientes abertos. Levando em consideração que este ambiente auxilia a saída da zona de conforto e assim possibilita reações diversas;

Simulações:

Criar uma situação idealizada, mas que naquele momento é real e deve ser vivida, explorada e resolvida. Ex: As pessoas “tornam-se” donos de uma empresa e deve gerenciá-la em um certo tempo e com metas a seres atingidas;

Temática :

o elemento fantasioso e diferente também tira as pessoas da zona de conforto e encanta, trazendo cenários realistas numa atmosfera temática. Ex: participantes de um rally ou uma regata de barco;

Entretreinamento®:

A somatória do entretenimento e treinamento onde nos jogos o resultado da ação lúdica pode descrever situações cotidianas explicitas de maneira amena.

Em todas elas, auxiliamos as pessoas na percepção e posterior reflexão de atitudes, pois ao realizar alguma atividade as percepções são mais latentes. Não é a toa que Confúcio observa: “Vejo e recordo, leio e memorizo, FAÇO e aprendo”. Nosso objetivo é perceber, alinhar, realinhar, modificar, excluir certas atitudes que são tão parecidas entre jogos & situações do dia a dia.

Para explorar isso utilizamos jogos de tabuleiros (trilha, resta1, jogos milenares, RPG, …), brincadeiras infantis (amarelinha, máscaras, pipa, …) e jogos esportivos (futebol, vôlei, tênis, canoagem, rafting, corrida de aventura, etc.) – todos adaptados à realidade corporativa.

Isso tudo vem reforçar que o jogo explicita uma série de manifestações, pois parafraseando Galileu: “Não podemos ensinar a um homem, a não ser descobrir suas próprias potencialidades”, nossas ações são apenas instrumentos.

O interessante é que, com a comparação do mundo esportivo e corporativo, percebi que equipe de vendas e equipe esportiva tem grandes similaridades e fiz um trabalho num time de vôlei com essas dinâmicas. O resultado foi bem interessante e espero retornar este trabalho em breve, pesquisar mais e aplicar estes conceitos aprimorando a performance comportamental. Sem negar que o importante é competir, mas fundamental é cooperar consigo e com os companheiros da equipe.

Isto mostra que estamos engatinhando, mas a ferramenta do Jogo é muito rica na exploração de comportamentos. Temos que agora continuar o trabalho e mensurar o que é estimulado revertendo efetivamente para uma mudança benéfica no comportamento individual e social das pessoas. Uma fato comprovado cientificamente [é que adultos expostos a explanação aprendem em torno de 25% do conteúdo. Quando a esta explanação é acoplado o elemento visual, aumenta para 35% e quando o ouvinte torna-se participante–agente retém 75% (action learning). Somando-se a isso o fato que jogar é muito agradável, esta fórmula tende a ser um sucesso.

Vamos ao Sucesso!!!

Eventos & Lazer Empresarial Como Ferramenta de Endomarketing

Tags: , , , , ,


(Publicado originalmente no jornal Logotipo Comunicação e MKT, ano 1 número 1, em 15 de agosto de 2004)

Desde o convite para escrever nesta coluna fiquei pensando como iria iniciar a discussão sobre o tema proposto. Achei melhor iniciar do zero, com uma questão que é importantíssima: conceituar, ou melhor, identificar o que entendemos por Eventos, Lazer Empresarial e Endomarketing.

Hoje em dia, infelizmente, a palavra Eventoficou banalizada, pois tudo, absolutamente tudo, é considerado evento: da festinha de 1 ano do Zezinho ao lançamento do carro da montadora e por aí afora. Existem 1000 definições, das quais concordo com umas 50, porém é fato que evento diz respeito a um acontecimento que ocorre para comunicar, divulgar, ensinar, mostrar, contemplar, enfim, celebrar algo. Por isso considero Evento como:

“Promessa de entretenimento, expectativa de sucesso e certeza de vivência emotiva.”

Francisco Paulo de Melo Neto, 1999

Dentro disso seguimos com a difícil tarefa de conceituar Lazer Empresarial, que não se encontra nos livros e publicações mas sim no dia a dia das agências durante o briefing, quando é necessária uma ferramenta não tão formal que consiga trabalhar com o treinamento de equipes, que reforce informações de campanha de incentivo, que auxilie na construção ou melhoria do clima interno das empresas e suas parceiras, que dissemine o conceito de qualidade de vida, que seja ferramenta de ações promocionais, que celebre e comemore metas, enfim – o lazer mostra-se como ótima ferramenta para se alcançar certos objetivos dentro de certas ações mercadológicas.

Complementar a isso, temos os funcionários das empresas trabalhando arduamente com o objetivo de conquistar e manter clientes, mas será que estes atuam como os primeiros a acreditarem que a sua empresa oferece o melhor serviço e produto em determinada área? Aí temos o endomarketing, pois a palavra cliente hoje em dia mostra-se mais abrangente, pois este não é apenas aquele que compra e utiliza o produto ou serviço, mas também o que vende, o chamado cliente interno, ou melhor, o colaborador. O endomarketing é uma ação do marketing que trabalha com a compreensão, satisfação e aliança do público interno com intuito de convencer e atender melhor os clientes externos, senão a relação fica muito frágil tanto entre vendedor e comprador quanto na rede interna da empresa.

Com toda esta introdução queremos convencê-lo que, mais do que nunca, que ações internas devem e têm que ser feitas para fortalecer a relação do funcionário com sua empresa, seus produtos e serviços, e isso pode ser trabalhado através de diferentes tipos de eventos utilizando a ferramenta do lazer para abordar certos conceitos necessários para essa rede de necessidades.

Dentre as possibilidades temos as ações de lazer temáticas, que facilmente reforçam campanhas publicitárias e características do produto bem como atuam dentro da possibilidade de interação e exploração da criatividade do funcionário em prol de subsídios e elementos para auxiliar na abordagem com os colaboradores. Uma outra forma de educação corporativa é através do que denomino de entretreinamento, onde, através de atividades lúdicas, conceitos são abordados de maneira mais alusiva e direta porém sem expor pessoas, setores e práticas corriqueiras, onde através da participação em jogos e dinâmicas remete-se à uma reflexão e posterior mudança de atuação. Alguns exemplos como paintball empresa X concorrente; conquista de mercados através de bandeiras alocadas pelo hotel; construção de fortes comparado com a força e defesa da marca, entre outros; obviamente todos dentro de um contexto específico.

Em vista disso, entender o lazer, o jogo e a diversão como uma maneira mais fácil e prazerosa de abordar conceitos mercadológicos não pode mais ser desconsiderada.

Porém, uma última ressalva refere-se a questão delicada de que ao lidarmos com adultos não podemos expor as pessoas, pois no máximo o indivíduo pode se divertir e rir de si próprio, mas não provocar o riso do outro. Devemos estar atentos para criar uma atmosfera lúdica e confortável, e às vezes ir num crescente para deixar o participante à vontade nas situações de lazer corporativo.

Nosso desafio para com os funcionários participantes de uma ação destas é a de trabalhar com a perspectiva de atividades recreativas, possibilitando a descontração e o desprendimento e ao mesmo tempo explorar as atitudes que surgem, em prol de uma eficiência na compreensão de conceitos e na transmissão dentro da atuação profissional, pois não é de hoje que sabemos que o aprendizado e a fixação do mesmo é mais fácil quando ele se aproxima do brincar.

Patrocinadores/Anunciantes

Patrocinadores/Anunciantes